A Educação em nosso País

27 02 2009

 

A educação em nosso país está longe de ser satisfatória. Embora o número de matrículas em escolas públicas e particulares tenha aumentado, o número de alunos que concluem o ensino fundamental continua sendo muito mais baixo do que o número de matrículas!

De acordo com o IBGE, no final da década de 1990, apenas duas de cinco pessoas entre 15 e 18 anos tinham completado o ensino fundamental. Realmente, as condições de nosso país estão muito ruins.

 

Qualidade de educação exige metas ambiciosas

 

Em 2009, estudantes brasileiros de 15 anos participarão mais uma vez do exame global de maior repercussão sobre a qualidade do ensino: o PISA, sigla em inglês que quer dizer programa internacional de avaliação de alunos. Em 2007 nossos resultados foram desanimadores: o Brasil ficou 53º em matemática e 52º em ciências, entre 57 participantes.

Em leitura fomos o 48º, porque os americanos não participaram.

A revista Nova Escola fez uma entrevista com o alemão Andreas Schleicher o responsável pelo PISA, e uma das perguntas foi:

 

 “O que os professores devem fazer com esse diagnóstico?”

Schleicher: Podem usá-lo para repensar a prática na sala de aula. Se um professor recebe apenas a pontuação de sua aula, é muito provável que não sabia o que fazer com ela. Já um profissional que utiliza os resultados como forma de aprimorar sua atuação tem em mãos uma ferramenta muito útil. Com a avaliação, o professor se vê no espelho, percebendo com clareza pontos fortes e fracos.

 

  “Escolas e educadores devem perceber que alunos comuns têm capacidades e talentos fantástico.”

 (Matéria da revista Nova Escola, nº 217, pagina 34 a 38).

 

 

Por que é bom gostar de ler?

 

O brasileiro lê cerca de dois livros por ano. Na Inglaterra a media chega a cinco livros anuais.

Devemos mudar isso, porque quanto mais lemos mais adquirimos conhecimento porque o conhecimento é o único patrimônio que ninguém tira do ser humano.

Ler é divertido e fundamental para a formação pessoal. Presenteie seus filhos, seus amigos e seus familiares com um bom livro. Mais se eles não gostam de ler aí vão algumas dicas:

 

O que você pode fazer para estimular alguém a ler?

 

ü      Leia para dar exemplo.

ü      Leia com ele (ou para ele) meia hora por dia.

ü      Leve-o a bibliotecas ou livrarias.

ü      Dê livros, gibis ou revistas.

ü      Empreste livros.

 

Helena Cremm Cintra, 13 Anos.

Nova Escola Nº189, 192, 217, 218 e 219.

www. Ibge.gov.br /datas/escola/dados.html





Sedentarismo

26 02 2009

CorrendoUltimamente o tema “saúde” tem sido muito abordado pela mídia em geral: remédios para emagrecer, alimentação balanceada, o aumento do número de pessoas obesas, etc.

 

Por esse motivo, muitas pessoas acabam confundindo obesidade ou excesso de peso com sedentarismo. Certamente o excesso de peso é uma das conseqüências do sedentarismo, mas são coisas distintas. Existem várias pessoas que são magras e são sedentárias, pois não praticam atividades físicas ou esportes. O sedentarismo consiste na falta de atividades físicas, toda pessoa que queima menos de 2.200 calorias em atividades físicas por semana e considerada sedentária.

 

Ao emagrecer através de dietas ou da utilização de remédios para emagrecimento, que em geral são bem caros, as pessoas acreditam que estão fazendo muito bem a sua saúde, mas na verdade continuam sedentárias.

 

Por isso, a melhor forma de emagrecer, ter um corpo bonito e melhorar sua saúde é praticando esportes e se alimentando bem.

Outro problema que tem ocorrido é a tentativa dos homens de ganhar músculos através da utilização de anabolizantes, as famosas “bombas”. Estes ficam sem praticar atividades físicas o ano todo e próximo a chegada do verão correm para as academias e para os anabolizantes, ocasionando doenças como ginecomastia, câncer, hipertensão e outras indiretamente.

 

O sedentarismo causa problemas de saúde como a obesidade e o mau funcionamento dos órgãos na velhice. Por esse e outros motivos, não seja só mais um sedentário, seja saudável.

 

Matheus Cremm, 12 Anos.





Plástico reciclado vira papel sintético

20 02 2009

Produto desenvolvido pela UFSCar em parceria com o setor privado, é alternativa à reciclagem dos plásticos encontrados em lixões e aterros sanitários.

Garrafas de água, potes de alimentos e embalagens de material de limpeza destinados à reciclagem encontram  um novo destino. Ao invés de retomarem a forma de plástico tornam-se  papel. Isso mesmo. Ao contrário do papel sintético convencional, cuja matéria prima utilizada vem de derivados do petróleo, esse é feito a partir do material reciclado. 

 

Este papel é útil para fazer rótulos de garrafas, outdoors, etiquetas e livros escolares. Embora o papel seja feito com materiais encontrados em lixões, o aspecto final é o mesmo do produto de resina virgem.

Willian Luz, 13 anos





Alternativas para redução da poluição

20 02 2009

 

bicicletas-lyonVocês sabiam que motos poluem mais que os carros?

Motocicletas recém-fabricadas poluem pelo menos dez vezes mais gazes tóxicos do que os carros. E as mais antigas o problema é ainda pior.

 As motos por serem mais baratas que os carros vêm conquistando as ruas de São Paulo. Hoje existem aproximadamente 500 mil motos na capital paulista; e pelo menos 2 motociclistas morrem diariamente nas ruas de São Paulo.

Uma saída para esse problema seria o uso de bicicletas, por ser mais seguro, mais barato, não poluir o meio ambiente, e ainda não provocar engarrafamentos. Mais na capital paulista infelizmente é vista quase só como forma de lazer. Ao contrário de São Paulo, em Paris existe um projeto para que os habitantes usem somente a bicicleta. O projeto na capital francesa é conhecido como Velib, e é patrocinado por uma empresa de outdoors.

A meta a ser alcançada neste ano é de cada 300 metros Paris ter um “posto” de bicicletas da prefeitura que os habitantes possam alugar as bicicletas das 6 horas da manhã até as 24 horas. Este projeto era um sonho antigo do prefeito de Paris que agora está sendo realizado.

  Lucas de Almeida, 10 anos